João Augusto Moura



João Moura Caetano


Miguel Angel Perera de volta aos grandes triunfos. (Paça México).

Heavy Metal.


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Inter-cidades.


Mais uma vez, agora com a farsa da geminação, o Bloco ultrapassou o PC, não pelo lado esquerdo, mas pelo lado anedótico. Tivessem – os comunistas – sido lestos de raciocínio e avançado com o Seixal, e com um bocado de sorte tínhamos este ano o Hamas com direito a barraquinha na Festa do Avante!

Mais sobre este assunto aqui.

Heaven can wait.

Coração menstruado.

Causa Perdida.

Até qualquer dia...

Recordar é viver.

Salmo 69.

Altas Madrugadas.

Jesus.

Fernando esta é para ti!!!

Sebastián Castella indulta touro em Léon.

Benfica admite compra de árbitros e promete não voltar a abastecer-se nos saldos.


Numa revelação inédita, o Benfica admitiu o que muitos têm insinuado dito desde a polémica vitória contra o Sporting de Braga, em que o árbitro validou um golo irregular aos encarnados e perdoou pelo menos uma grande penalidade a favor dos bracarenses. Em conferência de imprensa, o director de comunicação benfiquista confirmou que o clube pratica há vários anos o suborno a árbitros para conseguir resultados vantajosos, prática que terminará em breve por manifesta ineficácia. Apresentando-se completamente nu e pintado de vermelho, numa primeira aparição da nova indumentária oficial dos funcionários e dirigentes encarnados, João Gabriel explicou que Paulo Baptista recebeu uma arca congeladora (praticamente nova), uma namorada ucraniana (idem) e um saco de plástico com esferográficas BIC para fabricar o triunfo na recepção ao Braga. Este triunfo terá sido a excepção que confirma uma regra de fracassos na prática da corrupção, já que, nos últimos dez anos, o clube da Luz conquistou apenas um campeonato, uma taça e uma supertaça. Luís Filipe Vieira não se manifestou, talvez pelo embaraço das suas inflamadas imprecações contra a corrupção alheia (ou por estar amordaçado por ordem do médico) e Rui Costa admitiu a compra de árbitros, mas não dos árbitros certos, citando o exemplo de Pedro Henriques, árbitro subornado para favorecer o Benfica em jogo contra o Nacional e que acabou por anular um golo limpo a Cardozo, mantendo o empate. Mesquita Machado, autarca bracarense e presidente da assembleia geral da FPF não se mostrou surpreendido, prometendo continuar a trabalhar para que a arbitragem não favoreça os três grandes. “Só assim poderá haver outras equipas a conquistar títulos porque a alternância é um valor essencial em todos os sectores”, afirmou, continuando a preparar a celebração dos 32 anos no mais alto cargo do município.

Vemelhices.

U2 afinam por novo diapasão?


Era previsível a controvérsia. “Get On Your Boots”, single extraído do novo álbum “No Line On The Horizon”, dos U2, foi lançado há dias e tem gerado reacções contraditórias. Por se tratar de um tema de tendência mais rock, com riffs mais pesados e ritmo tenso, os fãs acostumados à veia pop do grupo de Bono, ficaram desiludidos. Por outro lado, os amantes do rock mais enérgico e alternativo, saúdam esta aparente viragem de estilo dos U2. Mas ainda é cedo para avaliar o verdadeiro rumo estético deste novo disco dos U2.
Da parte que me toca, a música “Get On Your Boots” não me desagradou, mas também não me exaltou sobremaneira. Fiquei como que na expectativa do que poderá ser o resto do novo disco. Palpita-me que o guitarrista The Edge vai de certeza ter um papel fundamental na sonoridade do álbum “No Line On The Horizon” (editado dia 3 de Março). Para ouvir o tema, ir ao site da banda.

Sítios a visitar.






Estas e outras fabulosas fotos aqui:
Fotos: Madalena Barbosa http://madalenabarbosa.jimdo.com/
Fotos: João Silva http://www.joaopsilva.com/

José Tomás triunfa no México.

Facebook do Bloco de Esquerda exclui amigos que apareçam de gravata nas fotos do perfil.



Uma vasta equipa de colaboradores está a usar ferramentas inovadoras de cruzamento de dados dos amigos do Bloco de Esquerda como as fotos, o nome, a profissão, a formação, a citação favorita, os interesses, as actividades, as causas e crenças abraçadas, as suas aplicações instaladas, as suas preferências culturais, as personalidades favoritas, os eventos que frequentam e as respectivas características de todos os membros da sua rede de amigos. “Não queremos pessoas que tenham amigos betinhos. Não queremos pessoas com negócios, sorridentes, bronzeadas, relaxadas e divertidas. Quem não abraçar a causa da Palestina, quem não tiver, no mínimo, 33,33% de amigos de minorias étnicas, 33,33% de minorias sexuais, uma foto a fumar uma ganza, uma foto a tocar djambé e vídeos do YouTube a andar à porrada com as autoridades durante uma manifestação anti-globalização, será imediatamente apagado”, afirmou Louçã.

Treino do GFA de Monforte.












A Bíblia.


"Uma obra de arte de matriz maradoniana, trabalhada com a zurda, ou seja, com o pé esquerdo, dita à castelhana, momento que fez Maradona levantar-se da poltrona, rir, aplaudir. Foi o climax desta jornada da Carlsberg. Provavelmente o melhor golo da época lusa, em arte pura. "

in A Bola (claro)

4 meses.


Dress code.


Os responsáveis do Open da Austrália querem impor limites no vestuário das tenistas. Quem violar o «dress code» do primeiro torneio do Grand Slam de ténis do ano arrisca uma multa até 2000 dólares, qualquer coisa como 1500 euros.

Para os organizadores do torneio, a indumentária «sexy» das tenistas está a passar das marcas. E a gota de água terá sido a forma como a francesa Alize Cornet se apresentou em Sidney recentemente, numa partida da Taça Hopman, com uma saia muito curta e um top semi-transparente.

Obviamente venho manifestar a minha frontal oposição a esta medida, capaz, por si só, de afastar os espectadores dos courts e reduzir o valor das transmissões televisivas e as respectivas audiências.

Ainda por cima, quando as indumentárias criticadas não são nada do outro mundo. Nem uma maminha de fora, nem uma cueca fio dental tigresa…

Passeios pelo hi5.





Dora (Albufeira, 29 Anos)

Os melhores parques públicos.


Que surpresa...


Quando ontem de manhã ouvi na rádio as palavras do Cardeal Patriarca de Lisboa sobre as relações dos cristãos com os muçulmanos, vi logo que ia dar estrondo. Não me enganei. Aqui e ali os remoques esperados, com as habituais críticas sempre que um responsável da Igreja fala de um assunto que não tem a ver com a caridade nem os mais desfavorecidos. As declarações podem ser ligeiramente polémicas, mas apenas e só um ponto de partida para o debate (o Sheik David Mounir reservou a resposta para mais tarde); além disso, no mesmo discurso, D. José Policarpo, fala da necessidade de compreender o que é o Islão e a sua compreensão de vida. A parte mais "religiosamente incorrecta" sobressaiu, e é ver nas caixas de comentários alusões à Inquisição que "matou milhões de pessoas" (só se se multiplicar ao quadrado) e a "mentalidade medieval" destas palavras, ao passo que o Cardeal é apelidado de nazi, fundamentalista, que devia ser preso e censurado, etc.
Decididamente, os tempos estão maus, ou chatos, para os católicos (como já se tinha previsto) e bons para minorias religiosas, mesmo que não sejam tidas nem achadas, como agora. O pior é se essas minorias se tornam maiorias. E assim acabam as civilizações.

Parabéns.

Passeios pelo hi5.






Terra Brava prepara o 50º Concurso de Ganadarias de Évora.


Com vista à preparação da montagem do 50º Concurso de Ganadarias de Évora, o mais antigo do Mundo, Carlos Pegado, da empresa Terra Brava, visitou várias ganadarias tendo em vista a escolha de toiros para aquela que será uma das corridas mais importantes do calendário taurino. Assim o empresário visitou a ganadaria de Vitorino Martin(na foto com o empresário Carlos Pegado), na sua finca “Las Tiesas”, onde foram apartados três toiros, um dos quais será o escolhido para ser apresentado em Évora, no próximo dia 17 de Maio. Alguns dias antes a empresa esteve na Herdade da “Adema”, Ganadaria Palha, onde se escolheram dois magníficos exemplares desta famosa ganadaria, que no ano de 2008 deu uma grande satisfação aos aficionados portugueses ao ser premiada na Praça de Toiros de Madrid. De salientar ainda que esta ganadaria vai ao Concurso de Évora defender o troféu de Bravura, conquistado na edição de 2008. Foi também já escolhido, apartado e visto pela empresa o toiro da lendária ganadaria de Miura que estará presente no Concurso de Évora. Trata-se de um imponente exemplar que esteve inicialmente escolhido pelos ganaderos para a importante Praça de Sevilha. Estarão ainda presentes no 50º Concurso de Ganadarias de Évora, a realizar na Arena d’Évora, no domingo, dia 17 de Maio, as prestigiadas ganadarias de Murteira Grave, Partido de Resina (ex-Pablo Romero) e Passanha. Tal como no ano de 2008, este concurso está já a gerar grande expectativa no seio do público aficionado.

Israel e Gaza.





Imaginem-se em 1927.


O império Otomano, ainda sob a égide do califado, teocrático, imperialista e expansionista, acabava de ser retalhado pelas potências vencedoras da 1ª Guerra Mundial. De um dia para o outro, a Inglaterra e a França viam-se com mais possessões que as que podiam suportar politicamente (ganhava força a opinião anti-colonialista) e pensaram “bem, vamos lá ver-nos livres disto - um belo pedaço de deserto - e tentar dividir o mal pelas aldeias. Mas o Suez fica aqui do nosso lado, bem entendido”.


Ao contrário do que se fez com, por exemplo, a antiga Jugoslávia (a ideia de heterogeneidade étnica e cultural nos Balcãs deu no que deu…), pensaram em dividir aquilo em “sectores” religioso-culturais, tendo em conta a proporção relativa. Muito grosso modo, considerava-se o Líbano, em mãos gaulesas, como o pedacito de terra “nominalmente” cristão e a Palestina / Transjordânia como o pedacito dos judeus e dos árabes (interessante a insurgência financiada pela coroa britânica contra os turcos, anos antes, da qual temos o expoente máximo no Lawrence da Arábia). A estes últimos, maioritários, deu-se cerca de 80% das possessões inglesas e formou-se aquilo que é, hoje e de modo muito lato, a Jordânia (promessa antiga aos Hashemitas). Aos Judeus (os tais Sionistas), que vinham a “pressionar” a administração inglesa há muito tempo - mesmo por via, imagine-se, de atentados (!) - foi permitida a criação de um pequeno estado entre o Jordão e o mar.


Teoricamente, todos eles deveriam acolher, de forma igual, cidadãos de todas as etnias. Jerusalém, aliás, seria uma cidade “internacional”, multiétnica e multicultural. Que bela imagem! Ora aqui é que o gato foi às filhozes… insultar o califado com o estabelecimento de um estado hebraico? A Liga Árabe, chorando a derrocada de um império teocrático decadente, não poderia tolerar ingerências. E havia que aproveitar a oportunidade da confusão do pós-guerra para fazer as suas reinvindicações territoriais (para mais informações sobre o humanismo, filantropia e mundivisão da Liga Árabe, é só procurar informação). Juntaram-se todos os vizinhos árabes da zona e foram visitar Israel. Como? Ao renegar a resolução fundadora da ONU - a tal 181- e a expulsar todos os judeus de Jerusalém. Deu-se aqui a primeira guerra israelo-árabe: a guerra da independência, que redundou na vitória hebraica (pouco ajudada pelos “aliados” e armada pelos soviéticos, imagine-se, se bem que esses vendessem armas a quem lhes pagasse) da qual surgiu a fundação do estado de Israel.


Ao contrário do que é normalmente propalado, nem Israel surge como por magia depois da 2ª guerra (é claro que as massas de refugiados ajudaram a ganhar consistência demográfica, mas a ideia de nação ganha forma e origem com a desagregação do império otomano e consubstancia-se ainda antes de 1920 com Balfour e mais tarde com o tratado franco-britânico de divisão da Palestina), nem, dizia, “rouba” terras a ninguém. Se acaba por declarar independência com mais terras do que as inicialmente previstas foi porque os seus opositores a atacaram militarmente e perderam o domínio “fair and square” de importantes porções de terreno, de valor estratégico. É isto, aliás, que define a história de Israel: constantemente sob ameaça, e nunca como potência atacante, tem vindo a ser atacada, a retaliar e a reclamar mais terra. Em 1967, na guerra dos 6 dias, a coligação de Nasser sofre uma derrota humilhante, que redundou no controle da Cisjordânia, montes Golâ, faixa de Gaza e Jerusalém oriental. Mais uma pequena tentativa no Yom Kipur e, finalmente, os países vizinhos, como entidades soberanas, decidem mudar de estratégia (ou, esperamos, mudaram definitivamente de ideias, no caso recente do Egipto e da Jordania)… e começaram a usar o povo palestiniano como arma de arremesso. Primeiro, vedam-lhe a entrada nas próprias fronteiras. Depois, como na Síria, por exemplo, chegam mesmo a defrontar militarmente a OLP. Como pequena nota, esta última foi criada no Líbano, país esmagado - cultural e politicamente - pela enchente de refugiados palestinianos, provenientes da Siria, Jordânia, Egipto e territórios ocupados, no dealbar das várias guerras, por Israel. Isto é, continuam a financiar a compra de armas, mas nunca vão além de uns campos de refugiados infectos, junto às fronteiras. Continuam a dizer que choram o pobre povo palestiniano, mas com uma ajuda humanitária e social quase negligível - são a União Europeia e os EUA que mais ajudam. Em suma, utilizam (estes e as restantes nações árabes, da qual muito se destaca ultimamente o Irão), de forma amoral, o povo palestiniano como a ferida aberta na região, de forma a legitimar a hostilidade perante Israel. Forçando-o contra as fronteiras. Estrangulando-lhe o acesso a bens essenciais. Mas enfim, alongo-me na questão… pergunto-vos apenas: em 60 anos de história, Israel não conheceu senão deprezo, ódio e agressão por parte dos vizinhos. Por outra razão que não o despeito imperialista e fundamentalista. Se não reconhecemos esta perspectiva da história, se nos alimentamos de distorções, se nos recusamos a aceitar o direito à existência de um povo só porque alguns dos seus membros são ricos… o que somos? Se continuamos a alimentar esta “malsance” visceral contra um povo que, unicamente, professa uma religião diferente da nossa, o que seremos? O que nos leva a distanciar-nos e a diferenciar-nos tanto dos judeus? Porque é que são mentirosos? Porque é que têm cordelinhos em todo o lado? E as outras confissões, não serão assim? Não haverá pessoas boas e más em todo o lado? Porque é que os comentários “inócuos” de tantas pessoas e tantos pseudo-reporteres têm tão estranhamente a mesma - repare a MESMA - retórica da Alemanha e da Rússia dos anos 30?


Continua-se, hoje em dia, a cultivar o ódio, o culto da morte, o desprezo pela vida (relembro os muito recentes e ilustrativos casos no Afeganistão, onde um tipo se rebentou no mercado para matar um polícia, ceifando 10 inocentes; ou a do outro que rebentou uma escola - e 70 alunos - porque a confundiu com o local onde decorria uma reunião tribal. O fundamento é o mesmo, o meio é o mesmo… e o fim?).


Por último, respondam-me a isto: se o povo palestiniano é oprimido, porque é que nos esquecemos da Cisjordânia? Porque é que ninguém comenta a divisão da Fatah e do Hamas? Porque é que ninguém comenta que o que os define é simples: a Fatah reconhece o direito e Israel existir. O Hamas não. Porque há-de Israel negociar com estes últimos?

Recessão avistada em vários pontos do país!


É oficial. Portugal caiu nas garras da recessão internacional, seguindo o triste rumo dos restantes países industrializados e mostrando que os portugueses não ficam atrás de nenhum outro povo no que a infortúnios globais diz respeito. Depois de passar meses a evitar o assunto, o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, admitiu o facto, mas garantiu que estão a ser tomadas as medidas adequadas e, mesmo que a situação seja séria, considerou não haver motivo para alarme. Opinião contrária poderão ter os portugueses que ontem passeavam pela baixa de Coimbra quando, de repente, se viram confrontados com a chegada repentina da recessão, emergindo das águas do Mondego. “Foi aterrador”, conta Francisco Jacqueline, professor laureado da universidade local, surpreendido enquanto comprava lingerie térmica numa afamada boutique coimbrã. “Quando a recessão se arrastou para fora do rio e abocanhou um autocarro de excursionistas a caminho de Fátima, pensei que estava tudo acabado.” Felizmente não estava (excepto para os excursionistas), pois a recessão, descrita como enorme, esverdeada, com quatro pares de patas, seis olhos, cauda pontiaguda, dentes aguçados, um enorme chifre prateado no alto da cabeça e uma vaga semelhança com Manuela Moura Guedes, tornou a mergulhar e só voltou a ser vista mais tarde em plena Avenida dos Aliados, no Porto, onde atacou e comeu um grupo de jornalistas em cobertura eufórica dos efeitos da crise na vida quotidiana dos portugueses. Não há ainda notícias de avistamento da criatura na capital e a Protecção Civil confirmou que o monstro abatido esta manhã na Praça de Espanha era um senhor obeso que encaixava na descrição.

Invasão israelita em Gaza provoca onda de tendinites em bloggers de esquerda portugueses.




A ofensiva militar israelita na faixa de Gaza está a provocar um incontrolável surto de divórcios, infidelidades, arrufos conjugais e doenças músculo-esqueléticas em bloggers de esquerda. O Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão já confirmou a entrada de mais de 1500 bloggers de esquerda para Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Terapia da Fala e Assistência Social. Apesar do internamento compulsivo dos autores, os seus blogues têm mantido a sua actividade normal (150 posts por hora sobre a Palestina). “Contratei dezenas de ex-eufémios e ex-alunos dos cursos de desobediência civil para actualizar o meu blogue, o twitter, responder a mails, atender telefonemas, tratar das manifestações e para escrever a minha crónica no jornal. Eles têm sido impecáveis. Tratam dos miúdos, fazem companhia ao meu cônjuge, todos os dias mudam o incenso lá de casa e ainda regam a minha plantação de droga", afirmou um blogger de esquerda.

Morante e El Juli triunfam na América do Sul.

La feria de Manizales ha concluido de forma apoteósica, gracias en buena parte al buen juego de los toros de Ernesto Gutierrez, a los que les ha faltado presencia, pero su juego ha sido muy bueno.

Recibía hoy la alternativa el local Jose Arcila, a quien Morante le entregaba los trastos cediéndole a Timonel nº 373, nacido en septiembre de 2004. Fue un gran toro que empujó en varas y cuya muerte brindó el torero a su madre que presenciaba la corrida desde una barrera.Gran faena, aprovechando la embestida larga y codiciosa del animal, con el que anduvo el toricantano muy a gusto y mostrando el aplomo de un matador con algunos años ya de alternativa, cuando apenas llevaba cinco minutos.

Tras unas bernardinas mató de una entera delantera, siendo premiado con las dos orejas. Ante el que cerró plaza se lució Arcila en un quite por chiculinas, iniciando de rodillas su faena. Fue este un buen toro al toreó muy templado, hilvanando muletazos por uno y otro pitón. Ya en el epílogo de su labor vinieron unos ayudados por alto, un trincherazo, y un pinchazo antes de cobrar una entera.

Gran toro el segundo de la tarde, primero del lote de Morante de la Puebla, que fue premiado con la vuelta al ruedo. El animal metió la cara y al sevillano le sirvió para cuajar una gran faena, matándolo con prontitud. Frente al cuarto las cosas no le rodaron igual de bien a Morante, que tras iniciar su labor sentado en el estribo, prosiguió con unos ayudados genuflexos con los que se sacó al animal al tercio. Este toro simplemente se dejaba, aunque embestía con la cara a media altura y distrayéndose en ocasiones. La faena no llegó a tomar vuelos y a la hora de matar pinchó hasta diez veces.

Cuando El Juli se disponía a recibir a su primero, sus compañeros de cartel habían cortado ya dos orejas cada uno. El listón estaba muy alto. Quitó alternando chicuelinas con tafalleras y rematando con una gaonera para empezar a caldear el ambiente. Zapatillas clavadas en la arena en los primeros muletazos, instrumentados por alto, para continuar con un toreo profundo lento y templado. El toro arrastraba prácticamente el hocico por la arena, siguiendo una muleta que el madrileño le presentaba planchando literalmente el ruedo. Faena extraordinaria ante un toro de gran fijeza que fue finalmente indultado.

El quinto de la tarde no fue malo, pero acusó una voltereta que se dio tras su encuentro con el del castoreño. Por el izquierdo se quedaba corto, en tanto que por ambos pitones siempre tardeaba. Había siempre que tocarle y lo supo hacer muy bien El Juli que poco a poco se fue metiendo entre los pitones hasta el punto que casi le rozaron la taleguilla. Faena importante habida cuenta de las condiciones del toro, que pese a pinchar dos veces antes de cobrar una entera y hacer además uso del verduguillo, le fue premiada con una oreja.

Burladero.com





Apito encarnado.

















O Benfica esteve ao nível que lhe valeu o afastamento da UEFA por equipas de segunda e terceira linha enquanto a arbitragem esteve ao nível que permite a este Benfica continuar nos lugares de topo da classificação do campeonato nacional: Os três pontos mais difíceis e polémicos da era Quique Flores

O jogo entre o Benfica e o Sporting de Braga terminou por volta das 20h30, mas promete dar muito que falar durante a semana. A equipa da Luz regressou aos triunfos no campeonato (1-0), com um golo de David Luiz em fora-de-jogo. Numa partida muito intensa e cheia de casos, os minhotos podem ainda queixar-se de uma grande penalidade não assinalada na área benfiquista.

(…)

A arbitragem do juiz de Portalegre acaba por ficar, inevitavelmente, ligada à história deste encontro. Não só pelo lance do golo, mas também pelo que se passaria na segunda parte. Aos 56’, Di María caiu na área bracarense após um contacto com Mossoró, num lance duvidoso. O árbitro assinalou penálti, que Suazo desperdiçaria, permitindo a defesa de Eduardo. Bem menos dúvidas deixou um lance na área do Benfica, aos 70’, quando Luisão derrubou Matheus. O árbitro voltou a errar e mandou seguir, deixando em fúria o treinador do Braga, Jorge Jesus, que ainda se queixou de um outro lance na área “encarnada”, sobre Alan (61’).