Está para breve um novo Blogue.

o fó fó tem sempre razão (em casa que não há pão)

Afinal o manda-chuva do orgão que decidiu que as pedradas ainda têm algum valor na decisão do campeonato, julgou em casa própria. Deve ser algo natural. Ah, o vídeo caseiro é quase brilhante.



O vandalismo compensa.


Há gajos que pensam que são o centro do Universo


Este aldrabão (que censura quem corrige as suas notícias e o põe em xeque) se calhar pensa que alguém que lê o Mestre Hemingway se importa com o que ele pensa...coitado.

14 Juillet.




Donatien Alphonse François, mais conhecido por Marquês de Sade

Provavelmente um dos autores mais incompreendidos e odiados. É costume situarem Donatien (gosto do nome) na Bastilha quando da tomada pelas hordas revolucionárias do 14 de Julho de 1789. Sabemos é que Donatien foi transferido precipitadamente para Charenton, na noite de 3 de Julho para 4 de Julho e só abandonará este "hospital de loucos" em 1790. Com a tomada da Bastilha, são pilhados seus documentos e bens pessoais.

ASAE inconstitucional.


Orelhas para todos. A última corrida de San Fermín.



El Juli y Miguel Ángel Perera han salido a hombros de la plaza de toros de Pamplona después de haber cortado tres y dos orejas respectivamente, mientras que Morante ha obtenido una en una corrida entretenida donde los de Cuvillo han resultado manejables... pero muy justos de raza.

El segundo toro del festejo tenía calidad pero salió descoordinado, por lo que fue devuelto a los corrales. En su lugar salió un sobrero de Cuvillo que tuvo el principal defecto de no terminar nunca de entregarse en muleta de El Juli.

Con él, el de Velilla de San Antonio volvió a dar buena muestra de su técnica y poder, dando la distancia precisa a un Cuvillo que pedía mucho sitio en cada muletazo, sin apretarlo para que no se acobardara. La faena estuvo bien estructurada y remató de una gran estocada de efectos fulminantes.

Al cuarto lo volvió a cuidar muchísimo desde que salió por los chiqueros y toreándolo bien a la verónica. El Juli volvió a estar muy inteligente, firme y seguro con los trastos, dando al principio todas las ventajas al animal hasta que acabó sometiéndolo, en varias series rotundas de mano baja.Estuvo por encima del toro, que tampoco se entregó, mató de media estocada y paseó los dos trofeos, el segundo bastante generoso.

A manos de Morante ha ido a parar el mejor toro de Núñez del Cuvillo noble y bajo de raza que terminó yendo a más gracias al temple y al buen toreo del diestro sevillano y que hasta el momento ha sido el de mejor juego de todo el encierro.

Salió distraído el de Cuvillo, manseando e incluso perdiendo varias veces las manos. Sin embargo, Morante vio rápidamente la buena condición del animal, brillando ya en un buen quite de chicuelinas, antes de un tercio de banderillas en el que su cuadrilla le cuidó mucho.

La faena de muleta tuvo mucha intensidad, brillando sobre todo por el pitón derecho, en varias series de mano bajo, torería y muchísimo temple, toreando muy despacio y vertical. Faena larga gracias a que supo sacar la nobleza del animal, también por el izquierdo, girando los pies con muchísima torería y alargando al máximo el muletazo. La estocada cayó entera a la par que desprendida y cortó un trofeo.

Peor condición tuvo el cuarto, que apenas duro en manos de un Morante que levantó olés con mucha fuerza con el capote, a la verónica. La labor de muleta la comenzó sentado en el estribo, derrochando torería, si bien el de Cuvillo no quiso sumarse a la fiesta porque aunque embestía bien de largo, protestaba en cercanías. Por ello, Morante no pudo ligar las series, todas muy cortas, todo muy intermitente y probando varios terrenos hasta terminar en chiqueros.

Por su parte, Miguel Ángel Perera derrochó ganas y firmeza desde que se abrió con el capote, con un arriesgado quite por tafalleras. Sin dejarse ganar la pelea, se fue a los medios para comenzar con varios pases cambiados por la espalda, pasándose el toro muy ajustado y sin rectificar ni un milímetro, a pesar del viento y de la poca claridad en la embestida del toro.

El extremeño anduvo muy fácil y seguro delante de la cara del animal, dejando varias series por el derecho de mucha importancia. A mitad de faena, el Cuvillo se le paró y Perera se 'montó encima' de él, buscando el terreno de cercanías donde se encontró más a gusto.

El sexto tenía clase, pero sufrió dos fuertes choques contra el burladero lo que unido a su poca raza, le mermó sus fuerzas. Perera, lejos de irse a por la espada, consiguió arrancarle la oreja, tirando mucho del toro y dejando que los pitones le rozaran los muslos. Con la espada fue un cañón y obtuvo el premio que le abría la Puerta Grande.

Burladero.com

Hoje foi a última de 2009. Gora San Fermín!!!

Um Bar como este aqui em Monforte é que era...

Arrastão e arrastadeiras.


Transcrevo directamente dum Blogue de esquerda, para que não se ponham com as esquisitices do costume (que é inventona de neo-nazis, fassistas, xenófobos e mais não sei quê):

«Ao que parece, o novo e mastodôntico centro comercial Dolce Vita Tejo tem servido de palco a alguns coloridos assaltos, na modalidade massiva a que os brasileiros chamam "arrastão". Além de calmamente terem mudado de roupa e de sapatos (assim numa espécie de "querido, mudei o gatuno"), os participantes na última marcha terão ainda limpo a loja da Staples. Espero que isto se insira já numa campanha de regresso às aulas.»

Agora, topem só esta delícia que se segue:
(Do ACIDI, Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural, IP)


COMUNICADO

Têm estado a ser divulgadas, durante o dia de hoje, por alguns órgãos de comunicação social, notícias referentes a pretensos “Arrastões” no Centro Comercial DOLCE VITA TEJO, na Amadora, protagonizados por “gangs” - grupos numerosos constituído por «jovens negros».

A Comissão Permanente da Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial (CICDR) tomou entretanto conhecimento, junto da Direcção do Centro Comercial Dolce Vita Tejo bem como dos Serviços de Segurança Pública da não verificação dos factos acima referidos.

A Comissão Permanente da CICDR solicita, assim, a todos profissionais da Comunicação Social portuguesa a maior atenção ao tratamento a dar a estas notícias, atenta a especial responsabilidade dos órgãos de comunicação social no tratamento rigoroso da informação.

Lisboa, 19 de Junho de 2009»

Afinal, houve ou não houve arrastão? É claro que os últimos a quererem reconhecê-lo, por motivos óbvios, serão a Administração do tal Amontoado Comercial e os Serviços de Segurança Pública. Uns porque aquilo lhes afasta a clientela; outros porque aquilo lhes revela a incúria. E o regime, em peso, por trás duns e ao volante doutros, porque aquilo lhe atesta a estado de desmemória e desarranjo mental típicos da fase terminal do alzheimer. Na verdade, se já está praticamente insensível aos arrastões é por uma razão muito simples: porque a sua prostração o tornou completamente dependente da arrastadeira.

PS: Entretanto, atentem só na seita de parasitas sociais que assenta praça e tacho nestes Institutos da treta, como este ACIDI. Quem é que paga os salários desta canalha, deste súcia de doutores, assessores e secretárias aos molhos, mais os técnicos de 1ª, 2ª e 3ª inutilidade pública e cunha encartada às carradas? Se isto não é também um arrastão e dos permanentes, vou ali e já venho.

José Tomás em Barcelona 5/7/09




Barcelona. Domingo 5 de Julio. Lleno de "No Hay Billetes".

Toros desiguales de presentación. Dos de Núñez del Cuvillo (1º flojo y 6º sin raza). Dos de El Pilar (2º complicado y con peligro y 4º sin raza). Dos de Victoriano del Río (3º deslucido, 5º manejable).

José Tomás, silencio, oreja, oreja tras aviso, dos orejas tras aviso, oreja tras aviso, saludos.

E se o mundo acabar à cornada?


Benfica aposta em Alexandra Solnado para gerir comunicação com Jesus.


esolvida a questão do treinador, o Benfica procura agora solidificar a estrutura que sustenta a equipa principal de futebol. A primeira novidade é a definição de um nível intermédio entre treinador e director desportivo e a pessoa escolhida para facilitar a comunicação entre Rui Costa e Jesus foi Alexandra Solnado, filha de um comediante veterano e convertida nos últimos anos em guru espiritual e autora de bestsellers de auto-ajuda. “Soubemos que existia já alguém que comunicava regularmente com Jesus e que apregoava a riqueza dessa troca comunicacional e decidimos que era a aposta correcta para o nosso projecto”, explicou Rui Costa, acrescentando: “Depois disso, descobrimos que o Jesus em questão era outro, mas era tarde demais e o contrato estava assinado. Não será a primeira vez que contratamos alguém e descobrimos, pouco depois, que não era bem quem queríamos. É uma coisa que acontece muito por aqui.” A descoberta do equívoco deu-se quando Alexandra Solnado foi convidada a deslocar-se às instalações do clube para ser apresentada em conferência de imprensa e, com Jorge Jesus sentado a seu lado, começou a “comunicar” com outro Jesus, dirigindo-se directamente ao que descrevia como “uma imensa bola de luz” e que era apenas um projector. Felizmente, os únicos órgãos de comunicação interessados no evento foram a Benfica TV, o jornal do clube e o semanário taurino “Farpas”, cujo repórter foi induzido em erro e julgou vir para uma novilhada. A direcção apressou-se a cancelar a conferência de imprensa e a transmissão em directo na Benfica TV foi substituída por uma repetição da Rrubrica “Na Cozinha com os Craques” em que o antigo avançado sueco Mats Magnusson partilhou a sua célebre receita de arenques em molho de cebolada. Apesar do equívoco, Jorge Jesus admitiu ter feito um esforço para trabalhar com Alexandra Solnado, mas os resultados não foram positivos. “Tentei falar com a senhora para estudar a melhor forma de ajudarmos o clube, mas ela agachou-se a um canto e começou a bater palmas a uma tomada e a perguntar-me se não ouvia a música bonita de harpas e sinetas tocada por anjos com cabeça de esquilo”, conta o técnico. Outra vítima deste comportamento bizarro foi Pedro Mantorras, que Alexandra Solnado abordou num corredor do estádio e a quem disse que o Céu lhe ordenava que barrasse a testa do internacional angolano com margarina, ao que o jogador terá acedido, mas apenas depois de confirmar que se tratava de margarina sem sal adequada à sua dieta de atleta de alta competição.

Vermelhices

AC/DC em Portugal - 3/6/09

De volta


Cartaz feito aqui.


Não há dúvidas que as minas são sempre sinónimo de confusões. E as minas de Aljustrel são ainda mais. Porque "Os Verdes" (Melancias) e os seus amigos, não gostam de minas, mas gostam das suas minas no Alentejo. E o Pinho, em vésperas de eleições, parece que foi lá passar um cheque da EDP ao clube de futebol local, enquanto cidadão e não como ministro. Dito pelo Bernardino Soares, que foi enfrentado pelo ministro, com uma pega de frente, com um belo par de cornos...

Por isso, e por ter sido um dos Ministros da treta deste governo, aqui também pegado de frente, só podia ir de carrinho...